Alunos da rede pública em castilho participam da soltura de 20 mil peixes no Rio Paraná - Bolsão em Destaque de Três Lagoas
Três Lagoas

Alunos da rede pública em castilho participam da soltura de 20 mil peixes no Rio Paraná

Nesta terça-feira, dia 09 de abril, às 10 horas da manhã, a ONG Rio Paraná, em parceria com a Prefeitura Municipal de Castilho, realiza o primeiro evento em comemoração ao Dia Mundial dos Peixes Migratórios na Escola de Ensino Infantil e Fundamental Maria Dauria Silva Oliveira, localizada na zona rural de Castilho. Cerca de 150 alunos da rede pública de ensino participarão do evento, que inclui uma palestra com biólogos, ambientalistas e a Polícia Militar Ambiental sobre a importância da preservação das espécies de peixes do Rio Paraná.

O encerramento do evento conta com a participação de aproximadamente 60 alunos na soltura de 20 mil peixes das espécies nativas Pacu e Curimbatá. A soltura é promovida pela CTG Brasil, apoiadora do evento, que também disponibilizará um profissional para conversar com os alunos sobre o manejo de espécies ameaçadas do rio.

Além disso, no mesmo dia, será anunciado o início de um concurso cultural direcionado aos alunos da escola, que premiará a melhor redação sobre o tema com um laptop. Os alunos também poderão participar de um concurso internacional de desenhos promovido pela World Fish Migration Foundation, uma organização não governamental sediada na Holanda.

O presidente da ONG Rio Paraná, Raphael Primos, destaca a importância do evento e a escolha de uma escola próxima ao Rio Paraná. “É fundamental que os alunos, como parte da comunidade, compreendam e se vejam como participantes ativos na proteção do Rio Paraná e de sua biodiversidade. Os pescadores, ribeirinhos e assentados estão na linha de frente dos impactos climáticos e sofrem quando a sociedade enxerga o rio apenas como uma fonte de energia e de pesca”, afirma.

Sobre a Rio Paraná:

Fundada em 2020 e com sede em Três Lagoas, MS, a organização sem fins lucrativos tem como objetivo reverter, paralisar e atenuar a degradação de um dos ecossistemas mais impactados da América Latina: o Rio Paraná, incluindo seus afluentes, ilhas, várzeas e biomas adjacentes, por meio de atividades educacionais, fiscalização e reflorestamento.

Botão Voltar ao topo