Hilária e patética a reação da imprensa sobre a Tanqueciata, a lacração é gritar "Golpe" - Bolsão em Destaque de Três Lagoas
Política

Hilária e patética a reação da imprensa sobre a Tanqueciata, a lacração é gritar “Golpe”

Foi ao mesmo tempo hilária e patética a reação da imprensa esquerdopática, dando exagerada ênfase à notícia de que a Marinha e o Exército fariam a exibição de armamento militar pesado, em pela Esplanada dos Ministérios, na véspera da apreciação pela Câmara dos Deputados da PEC do Voto Impresso. Uma mera coincidência foi transformada, midiaticamente, na fake news de que o Presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas estariam, simbolicamente, dando uma demonstração de força, ameaçando indiretamente e exercendo pressão espúria sobre os parlamentares. O episódio poderia ser chamado de “O Golpe de Tanquesseata” (ou tanqueciata). (royalties para o saudoso centenário jornalista Hélio Fernandes)…

Entre tantos famosos, o apresentador Luciano Huck meteu o bedelho no factóide: “O desfile militar encomendado e programado para hj é teatro que demonstra mais fraqueza do que força. Além de amplificar a derrota do voto impresso, terá uma repercussão internacional desastrosa, disse Raul Jungmann. Concordo com ele”. Já o Presidente do PTB, Roberto Jefferson, reagiu com a ironia costumeira: “A terça-feira começou quente em Brasília. Toffoli negou o ridículo pedido do PSOL e da Rede para suspensão de desfile militar hoje. Vai ter tanque em Brasília sim, apesar da esquerda se borrar toda. E vamos seguir na luta pela aprovação do voto impresso”.

Os políticos reagiram de maneira esdrúxula a um exercício da Marinha que acontece, regularmente, todos os anos. Até o presidente da Câmara, Arthur Lira, entrou no papo furado e comentou que o episódio seria uma “terrível coincidência”. A oposição repetiu as mesmas bobagens de sempre. Certo é que o Presidente Bolsonaro não dará golpe. Ele já está na Presidência da República porque foi eleito, legitimamente, por 58 milhões de votos. Quem não tem voto popular é que golpeia. O Poder Supremo já deu golpes bem antes, e promete novos. A maior arma de Bolsonaro, o povo, é quem já reage, como pode! Protestando… São as manifestações populares espontâneas, da classe média, sem “mortadelas”, em passeatas ou “motosseatas” é que assustam os Donos do Poder, que apelam para a truculência.

Golpe explícito? O Tribunal Superior Eleitoral apresentou ao STF uma notícia-crime contra Bolsonaro por vazamento de inquérito sigiloso. Só que o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, tende a não aceitar tais argumentos. Até porque já está claro que o tal sigilo do inquérito foi levantado pelo Grupo de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, ao enviar os autos para a Comissão Especial da Câmara a fim de “subsidiar os debates na Comissão”.

O deputado federal Filipe Barros ironizou a decisão: “Excelente momento para chamar o Sr. Giuseppe Janino, o ex Secretário de Tecnologia da Informação do TSE por quase duas décadas, chamado de o “pai das urnas”, para ser testemunha no processo movido pela Justiça Eleitoral contra mim e o Presidente Bolsonaro. O Presidente e  teremos a oportunidade de perguntar por que hackers criminosos ficaram meses atuando com senhas de servidores e Ministro do TSE. É hora de entender como um inquérito sobre as invasões de 2018 fica até hoje sem conseguir identificar os responsáveis e compreender a extensão da invasão. Quem apagou o rastro do crime?”

A causa da truculência suprema é o risco (mesmo que remoto) de aprovação do voto impresso pela urna eletrônica para recontagem de 100% dos votos na própria seção eleitoral. O caso, com grande chance de derrota para a maioria do povo, será apreciado pelo Legislativo. De maneira precipitada, sem um debate mais sério e prolongado, o Plenário da Câmara irá votar a PEC 135/19, do voto impresso auditável. Tudo pode acontecer. Confira o Placar do Voto Auditável, com a provável ou declarada decisão de cada deputado – https://votoauditavel.carlazambelli.com.br/

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão

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