Oposição perdida, irresponsável contra Jair Bolsonaro prefere sobrevalorizar a desgraça - Bolsão em Destaque de Três Lagoas
Política

Oposição perdida, irresponsável contra Jair Bolsonaro prefere sobrevalorizar a desgraça

Matemática é uma ciência exata não aceita matemágica no mundo real. Números absolutos ou relativos não mentem. Nada menos que 16 milhões de brasileiros foram salvos pelo tratamento médico imediato. Pode ser que alguns, por milagre divino, tenham sobrevivido porque não havia chegado a hora derradeira deles. Infelizmente, meio milhão de brasileiros morreram de Covid-19 ou por complicações geradas pelo vírus que veio da China. A realidade é nua e crua, porém não merece ser deturpada política e ideologicamente.

O fato objetivo é que a extrema imprensa funérea não tem legitimidade para ignorar que quase 16 milhões de pessoas salvas da doença é um número infinitamente superior e mais importante que 500 mil mortes – por mais dolorosas que elas sejam. Na vida verdadeira, qual abordagem merece ser exaltada: a pessimista ou a realista? A oposição perdida, irresponsável e esquerdopata contra Jair Bolsonaro prefere sobrevalorizar a desgraça. As pessoas honestas, de bem e do bem, com certeza, optam pela realidade objetiva de que foram salvas infinitamente mais vidas que as lamentáveis 500 mil vidas perdidas.

Detalhe fundamental (ainda matemático): a população brasileira oficialmente projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingia 213.226.813 neste 18 de junho de 2021, às 23 horas. Vale repetir o número de atingidos pela doença no Brasil (até quinta-feira, 18 junho): 17.801.462. Recuperados: 16.136.968. Mortos: 498.499. Confira os números atualizados no Painel Covid do Sistema Único de Saúde (https://covid.saude.gov.br/). Veja a atualização populacional: (https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/box_popclock.php).  

Por favor, é recomendável que se compare o total da população (IBGE) com os dados oficiais do SUS. Contra a verdade dos números, não se admite narrativa mentirosa (perdão pela redundância). A maioria esmagadora da população brasileira não foi infectada pela Covid-19 ou, se foi, acabou atingida de maneira assintomática. No entanto, todos fomos afetados, covardemente, de maneira psicológica, política e econômica. A politização da pandemia, gerando pandemônio, por intenção eleitoreira e midiática, foi digna de uma “fraudemia”. O sistema nos força a aceitar a tese de que tudo se resolve com vacina, e não com tratamento imediato ou preventivo. O Estamento burocrático nos impôs isolamento social, distanciamento social, lockdown como falsas soluções que só causaram caos econômico: quebradeira de empresas, prejuízos à economia informal e desemprego, junto com desânimo, pessimismo e depressão na maioria das pessoas.

Espetáculo nojento é a CPI (Comissão Picareta de Inquisição) do Covidão no Senado Federal. Trata-se de um roteiro pré-montado para tentar incriminar o Presidente da República, criando toda uma narrativa para criminalizar Jair Messias Bolsonaro por ação e omissão no combate à pandemia. Nenhum cidadão honesto consegue suportar uma CPI comandada e manipulada por pelo menos quatro senadores com histórico de crimes de corrupção, principalmente contra o setor de saúde. Mais grave é quando esses personagens hediondos abusam da autoridade e faltam com respeito e educação a servidores públicos que trabalharam (acertando ou errando) no combate a uma doença com fortes evidências de ter sido produzida em laboratório. Tudo conforme o esquema canalha: “quem fabrica o veneno também lucra trilhões de dólares com a venda do antídoto”.

A pandemia começa a ser controlada com tratamento e vacinação em massa. Porém, a vacilação institucional se agrava. A situação política sai de controle. A Jurídica se se aproxima do perigoso estágio de degradação. O ápice do desastre envolve, novamente, o Poder Supremo – que se coloca acima de tudo e de todos. O ministro Luís Roberto Barroso – que sempre se proclama “um progressista defensor da democracia” – autorizou a condução coercitiva do empresário Carlos Wizard para depor na Comissão Picareta de Inquisição do Covidão. Supremo conivente com arbítrio é expressão real do Poder Nazifascista ou Comunista. Isso é um genocídio democrático!

Fica no ar a dúvida: Será que Barroso se dobrou à sanha de abuso de poder de alguns senadores corruptos apenas para retaliar o Presidente Jair Bolsonaro que na quinta-feira advertiu que, se o Congresso aprovar a impressão do voto pela urna eletrônica, o sistema será implantado, “de qualquer maneira, doa a quem doer”, na eleição de 2022? Oxalá não tenha acontecido tamanha barbaridade institucional, motivada por vaidade ou arroubo emocional. Felizmente, a gravidade do momento institucional brasileiro contrasta com a clara evolução do ambiente econômico. A melhora da economia tende a acachapar a mediocridade política e o comportamento canalha e criminoso da “oposição” e do Establishment. Por desespero, os inimigos de Jair Bolsonaro e do Brasil apelam para a truculência e abusa do poder contra quem trabalha, produz, faz bem à sociedade e deseja mudanças estruturais.

A Oligarquia Feudal Tupiniquim é mais danosa e mortal que o Covidão. O tratamento contra ela é uma reação popular estratégica, inteligente e persistente para exigir a mudança estrutural do Estado Brasileiro, com reformas e com uma profunda desregulamentação. O regramento excessivo só tem beneficiado o regime do Crime Institucionalizado – que a maioria honesta da sociedade brasileira não suporta mais. Em silêncio obsequioso, as Forças Armadas também não suportam mais a hegemonia criminosa. Corrupto profissional ameaçando General é um atentado ao limite do bom senso…

Na próxima eleição, temos a obrigação moral de derrubar o modelo soviético que controla o Estado Brasileiro, mantendo a população como refém do regime criminoso. Não dá mais para tolerar a usurpação de função pelo Poder Supremo. A vacina será o voto e o remédio imediato será o crescente poder de pressão por mudanças, nas ruas e nas redes sociais da internet.      

Pergunta fatal continua em vigor – Se o Bolsonaro pregar que é contra o suicídio, os esquerdopatas começarão a ser matar?

Tem de acertar – Jair Bolsonaro não tem o direito de errar na indicação do substituto de Marco Aurélio de Mello no Supremo Tribunal Federal. Se o Presidente falhar na escolha, colocará a perder todo o projeto conservador. Não dá mais para tolerar a usurpação de função pelo Poder Supremo.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 19 de Junho de 2021. 

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